ESTORIL, Circuito ACDME 4 - 2008
Texto e fotos: Ricardo Grilo
Um carro que vence duas corridas e não pontua, um segundo lugar da geral que vale mais pontos que um primeiro absoluto, uma mudança de regulamento para a contagem de pontos a 3 provas do fim da época e sem efeitos retroactivos, um carro que participa sozinho na classe, afunda-se nas profundezas da classificação e tem também a pontuação máxima na classe e é classificado na geral. Confuso? É o CPCC de 2008, que devido a várias circunstâncias está a terminar de modo pouco recomendável e, sem dúvida, extraordinariamente injusto para os pilotos que obtiveram os melhores resultados na primeira parte da época.
No entanto
nem tudo foi negativo, neste fim de semana que muito prometia para a luta pelo
título na classe maior. Com dois triunfos, duas voltas mais rápidas e uma "pole", Carlos
Filipe Santos saiu do Estoril com a consciência que seria difícil fazer melhor
e seria ele o principal pretendente ao título... se não tivesse retirado a
inscrição e campeonato e, como tal, renunciado à obtenção de pontos. Joaquim Jorge tem igualmente razões para
ficar satisfeito com a prestação neste circuito, porque com a mudança de
regulamento que deixou de exigir mínimos para a pontuação nas classes e com a retirada de Santos do campeonato, passou a ser ele o único
piloto com capacidade de contestar a liderança de Alexandre Rebelo. Apesar do
seu domínio não ser tão evidente como seria suposto, o fim-de-semana acabou por
correr de acordo com as suas expectativas e "JJ" ascendeu à liderança do
campeonato.
Corrida 1
Antes de iniciar a corrida, Rebelo confessava-nos a sua estratégia: pressionar Joaquim Jorge para este desgastar pneus e travões e atacá-lo a partir da segunda metade da corrida, quando o Escort habitualmente perde a eficácia e começa a escorregar de traseira. Rebelo estava confiante de poder rodar ao nível dos primeiros, depois de resolvidos os problemas que tinha encontrado nos treinos.
No momento
da formação da grelha, António Barros dirigiu-se para a box da Garagem Aurora e saiu do carro com um ar
preocupado. Algo estava mal com o motor do Porsche Carrera RSR. Devido à
intervenção mecânica de urgência, Barros viu-se na contingência de abdicar do
segundo lugar na grelha e foi obrigado a partir para a corrida junto aos
semáforos de saída das boxes. O que, em termos práticos, quer dizer que partiu
na última posição.
Feita a partida lançada,
Carlos Santos, Joaquim Jorge e Alexandre Rebelo envolveram-se numa animadíssima luta,
com Santos à frente num andamento muito forte que lhe permitiu isolar-se aos poucos.
Logo atrás, "JJ" tentava seguir o andamento do primeiro (embora sabendo que em
termos de campeonato o melhor classificado era ele próprio) e Alexandre Rebelo
seguia logo atrás, como uma sombra do Escort. É notável a crescente adaptação do
piloto madeirense à pilotagem em circuitos, como o comprova o seu tempo por
volta mais rápido em cerca de 2 segundos por comparação com a anterior visita ao
Estoril, conseguindo rodar agora regularmente na casa do 1'54''.
Partindo das boxes, Barros atacava fortemente, tendo realizado a melhor volta da corrida logo de início. No entanto, o motor duraria pouco tempo e na segunda volta apareceu envolto numa preocupante nuvem de fumo que o levaria de novo para as boxes, de onde não sairia mais.
Mantendo o
que tinha planeado, pela 5ª volta, Rebelo
atacou e conseguiu passar
Joaquim Jorge. Ambos continuaram a rodar muito perto, mantendo
tempos por volta semelhantes, mas agora com as posições invertidas. Inconformado
pela posição que não o servia em termos de campeonato, "JJ" tentou várias vezes passar o Porsche, mas sem sucesso.
O Ford Escort acusava na parte final um sobreaquecimento dos
travões e talvez tenha sido esse o motivo que o levou a embater na
traseira do Porsche verde, no decurso da 11ª e penúltima volta, quando ambos
travavam para a parabólica interior. Alguns segundos depois, logo à saída da
mesma curva, novo toque do Escort no Porsche, desta vez com mais força, na roda
traseira esquerda (que ficou empenada). Desconcentrado com os toques, o piloto
madeirense acabou por deitar tudo a perder ao engrenar a 1ª em vez da 3ª,
acabando por danificar um martelo de válvula do motor, terminando com
dificuldade e deixando o triunfo nas mãos de "JJ".
Melhores velocidades instantâneas nos treinos
Carlos Filipe Santos Porsche Carrera RSR 242 km/h
Joaquim Jorge Ford Escort RS 222,9 km/h
António Barros Porsche Carrera RSR 221 km/h
Alexandre Rebelo Porsche Carrera RSR 216,6 km/h
Kiko Mora Ford Escort RS 1800 209,4 km/h
Domingos S. Coutinho BMW 2800 CS 207,5 km/h
Pedro Gonçalves Alfa Romeo GTam 201,2 km/h
Francisco Pinto BMW 2002 195,9 km/h
José Cunha Ford Escort RS 185,5 km/h
José F. de Castro VW 1302 S 162,4 km/h

Ciente de possuir o andamento suficiente e a estratégia acertada Alexandre Rebelo sai para a pista decidido a defender o comando do campeonato. Um toque dado pelo seu mais directo concorrente e um braço de suspensão empenado viriam a comprometer todo o esforço e entusiasmo.

Um Alfa Romeo GTam bem preparado veio dar um toque de variedade a este circuito. Pedro Gonçalves conseguiu rodar em bom ritmo, sempre perto do BMW de Sousa Coutinho.

Momento de tensão: nos instantes que antecederam a partida, António Barros viu-se obrigado a entrar nas boxes com problemas no motor do Porsche

Partida: Carlos Santos no comando, seguido por Joaquim Jorge, Alexandre Rebelo, Kiko Mora e Domingos de Sousa Coutinho. António Barros saiu em último, por ter sido obrigado a partir das boxes e ainda não aparece junto aos primeiros.

Kiko Mora viu-se apoquentado por diversos problemas no belo Escort que o impediram de atacar os lugares cimeiros. No entanto, com a mudança de regras, bastava-lhe chegar ao fim para ser o melhor H81 e receber os 10 pontos da classe por inteiro, tal como veio a suceder. A recente alteração do regulamento também permite agora que o simpático piloto, como o único concorrente da sua classe, realize sempre 70% do número de voltas do primeiro classificado na classe H81 (que é ele próprio) e se classifique (e pontue) sempre na classificação geral, mesmo em casos como o da segunda corrida, onde o piloto percorreu apenas 3 voltas antes de desistir. Para compreender melhor a contrariedade deste detalhe regulamentar, refira-se que António Barros percorreu 6 (seis) voltas na mesma corrida e não se classificou à geral... por não ter percorrido os tais 70% da distância do primeiro classificado da sua classe (H74).

Tão discretamente quanto o laranja fluorescente o permite, o circuito ACDME 4 ainda viu correr um carro de Grupo 5, sobrevivente do TNCV. Trata-se do Volkswagen 1302 S de José F. de Castro que aqui vemos na curva 3. Externamente, este "Carocha" apresenta dois detalhes curiosos: os farolins traseiros vermelhos, típicos dos VW americanos e as jantes ATS "Coockie Cutter" provenientes de um Porsche 911 dos anos 70.
Outro detalhes interessante do mesmo carro: um agradecimento muito particular a um conhecido Mestre que, de facto, merece todas as homenagens...

Assim terminou a fantástica cavalgada de António Barros em busca dos primeiros lugares. As duas voltas que cumpriu foram suficientes para obter a melhor marca da corrida, com 1:53.100

Na primeira metade da corrida, Joaquim Jorge tentou aproximar-se de Carlos Santos. Mas o piloto da Fozcar estava imbatível neste fim-de-semana e não deu hipóteses a "JJ" que nesta tentativa terá desgastado em demasia os pneus e travões do seu Escort.

Na 5ª volta, Alexandre Rebelo ultrapassou Joaquim Jorge e deu início ao mais animado duelo da tarde. Longe de baixar os braços, o piloto de Penafiel não mais deixaria de tentar alcançar o veterano madeirense, acção indispensável para aumentar as hipóteses de alcançar a liderança do campeonato.
Foram diversas as tentativas de ultrapassagem de Joaquim Jorge a Alexandre Rebelo, algumas bem perto dos limites, como bem demonstra esta imagem. Este espectacular "mano a mano" apenas seria resolvido, sem grande brilho, pouco antes do final da corrida.
Classificação final:
1º Carlos Filipe Santos
Porsche Carrera RSR - 12v. em 23m10,559s
2º Joaquim Jorge Ford Escort RS - a 10,313s
3º Alexandre Rebelo
Porsche Carrera RSR - a 35,580s
4º Domingos Coutinho BMW 2800 CS - a 1 volta
5º Pedro Gonçalves Alfa Romeo - a 1 volta
6º Kiko Mora Ford Escort RS
1800 - a 2 voltas
7º José Cunha Ford Escort - a 4 voltas
8º José Castro VW 1302 S - a 4 voltas
NC - António Barros
Porsche Carrera RSR - a 10 voltas
Volta mais rápida: António Barros - Porsche Carrera RSR -
1m53,100
Corrida 2
Na volta de formação da grelha o Porsche de Rebelo apareceu fortemente desalinhado, em resultado do braço de suspensão empenado no toque da corrida anterior. Os mecânicos da Sportclasse afirmavam que não tinha havido tempo para mudar o braço, mas com algum cuidado daria para chegar ao fim. No entanto a boa performance estava desde logo comprometida.
Dada a
partida, a animação voltou a reinar nas voltas iniciais, Carlos Santos, António
Barros (a voar desde o fim da grelha...) e Joaquim Jorge, lutaram ao longo
de 4 voltas pelo comando da prova. Rebelo apercebeu-se rapidamente do estado em
que o Porsche se encontrava mas, sem alternativa, tentava não perder o contacto
com os primeiros. Pedindo demais ao empenado Porsche , acabou por abrir
demasiado à terceira passagem pela "variante" e dar um toque nos pneus situados
no interior da curva, desistindo logo ali, com a direcção partida (e um joelho
magoado).
António Barros abandonou na 5ª volta e com essa desistência terminou a animação da
corrida. Sabendo que Carlos Filipe Santos já não está inscrito no
campeonato, Joaquim Jorge decidiu baixar o ritmo e assegurar um 2º
posto final que o deixa na liderança do mesmo, com 3 pontos de
vantagem para Alexandre Rebelo.
Domingos Coutinho fechou os lugares do pódio, um lugar que o piloto do
BMW 2800 CS considerou ter sido facilitado pelo facto dos seus
adversários directos estarem entretidos em lutas atrás de si.
Desiludido e fisicamente magoado, Alexandre Rebelo confessava no final da prova que "não tenho nenhuma vontade de continuar a discutir o título nestes termos que considero deselegantes e desleais". Resta-nos esperar que o piloto não desista e que alinhe na derradeira prova do campeonato, para não retirar ainda mais credibilidade a este mal nascido CPCC de 2008.

Possuidor daquele que será o Porsche Carrera RSR mais evoluído do parque nacional, Carlos Filipe Santos é o adversário a bater em todas as provas em que alinha, como foi o caso desta segunda corrida do circuito ACDME 4.

As primeiras voltas da segunda corrida do CPCC conheceram alguma animação, com Barros a saltar desde o fundo da grelha de partida até à segunda posição da geral, atacando fortemente o líder da prova. No entanto o seu Porsche voltaria a conhecer problemas, deixando Carlos Santos isolado no comando. Até porque Joaquim Jorge, tendo conhecimento da desistência de Alexandre Rebelo, nada mais tinha a fazer senão terminar no segundo posto (primeiro em termos de pontos) para ascender à liderança do campeonato.

Duas "poles" e dois triunfos foi o balanço do dia para Carlos Filipe Santos. Tendo alcançado 242 km/h nos treinos, o Porsche da Fozcar foi, de longe, o mais rápido de todos os carros presentes nesta prova do CPCC.

Domingos de Sousa Coutinho, ao volante do grande BMW 2800 CS, foi o terceiro classificado absoluto na segunda corrida da tarde. Para a época de 2009 este carro poderá conhecer algumas evoluções para melhorar a sua competitividade.

Participante esporádico do CPCC, José Cunha acabaria por obter um bom resultado com o Escort RS, 5º classificado na segunda corrida
Classificação final:
1º Carlos Filipe Santos Porsche 911 RSR - 12v. 23m21,904s
2º Joaquim Jorge Ford Escort RS - a 13,693s
3º Domingos Coutinho BMW 2800 CS - a 1 volta
4º Pedro Gonçalves Alfa Romeo - a 1 volta
5º José Cunha Ford Escort - a 1 volta
6º Kiko Mora Ford Escort RS - a 9 voltas
NC - António Barros Porsche 911 RSR - a 6 voltas
NC - Alexandre Rebelo Porsche 911 RSR - a 10 voltas
Volta mais rápida: Carlos Santos - Porsche 911 RSR - 1m54,606s
CPCC 1300
Corrida 1
Partindo da "pole" Miguel Ferreira
tomou o comando das operações até se soltar a alavanca de velocidades do seu
Escort. Com este imprevisto, Alexandre Beirão e Paulo Antunes passaram para o
comando da corrida, mantendo uma luta entre si que terminaria com a desistência
do Datsun devido a um fio de vela solto.
Entretanto Miguel Ferreira tinha recuperado o bom ritmo e conseguiu chegar-se a
Beirão, mas já não conseguiu efectivar a passagem para o comando, deixando o
Alfasud vencer com 1'952'' de avanço. Partindo das boxes, Luís Alegria conseguiu
recuperar até ao 3º lugar do pódio, naquela que foi uma boa corrida, apesar de
tudo.
Classificação final:
1º Alexandre Beirão
Alfa Romeo - 10v. em 20m48,088s
2º Miguel Ferreira
Ford Escort - a 1,952s
3º Luís Alegria
Datsun 1200 - a 11,126s
4º Fernando Soares
Austin Cooper S - a 36,421s
5º João Torres
Datsun 1200 - 1m45,947s
6º Carlos Abreu
Alfa Romeo - a 1 volta
7º Paulo Miguel
Austin Cooper S - a 1 volta
8º Fernando Becedas Datsun 1200
- a 2 voltas
9º Paulo Antunes
Datsun 1200 - a 2 voltas
NC - Luís Nobre da Veiga Morris Cooper - a 7 voltas
Volta mais rápida: Miguel Ferreira -
Ford Escort - 2m03,508s
Corrida 2
Feita a partida da segunda corrida, Alexandre Beirão tomou a dianteira
com o Alfasud e foi abrindo alguma distância para
Miguel Ferreira e Luís Alegria. Ao mesmo tempo, Paulo Antunes galgava lugares
desde o fim da grelha até ao 4º posto,
já perto de Alegria.
Miguel Ferreira viu a barra estabilizadora do Escort a desapertar-se e
começou a perder posições e as hipóteses de um bom resultado. Imparável e cada
vez mais rápido, Paulo Antunes passava Luís Alegria e iniciava a perseguição
directa a Alexandre Beirão.
Aparentemente, o piloto do Alfa debatia-se com algumas dificuldades de
rendimento no Alfa Romeo levando-o a rodar mais lento que na primeira
corrida,
facto que terá facilitado a aproximação do Datsun cor-de-laranja e a subsequente
passagem deste para o comando da prova. Paulo Antunes alcançava um suado triunfo
e Alexandre
Beirão completava o fim de semana com um 2º lugar absoluto. Ou visto de um modo
pragmático, o melhor lugar quando não se pode vencer...
Luís Alegria, a rodar a um ritmo inferior ao dos seus rivais e quase 3 segundos mais lento do que tinha rodado na primeira corrida, conseguiu mesmo assim uma nova ida ao pódio. Depois de algumas aventuras ao longo do dia, António Paquete alcançou o 4º posto e o 1º entre os Históricos 71, tarefa que terá sido facilitada pelo abandono de Fernando Soares.
Após o Estoril, Luís Alegria, Paulo Antunes e Alexandre Beirão são os candidatos ao título que será atribuído no Algarve.
Classificação final:
1º Paulo Antunes
Datsun 1200 - 10v. em 20m54,381s
2º Alexandre Beirão
Alfa Romeo - a 2m325s
3º Luís Alegria
Datsun 1200 - a 41,685s
4º António Paquete
MG Midget - a 56,606s
5º Carlos Abreu
Alfa Romeo - a 1m14,074s
6º João Torres
Datsun 1200 - a 1m26,402s
7º Miguel Ferreira
Datsun 1200 - a 1m53,072s
8º Luís Nobre da Veiga Ford
Escort - a 2m00,073s
9º Paulo Miguel
Mini Cooper S - a 1 volta
10º Fernando Becedas
Datsun 1200 - a 2 voltas
NC - Fernando Soares
Austin Cooper S - a 12 voltas
Volta mais rápida:
Paulo Antunes Datsun 1200 - 2m04,206s (8ª volta)

Aos 5 anos, o sempre entusiasta Miguel conta os dias que faltam para ocupar a "bacquet" de um carro de competição...

Um fio do motor desligado prejudicou a primeira corrida de Paulo Antunes. No entanto, a desforra viria a seguir na segunda corrida da tarde, com uma notável performance onde o inspirado piloto partiu do fim da grelha, bateu todos os adversários e, com grande garra, impôs o Datsun 1200 no topo da classificação geral . Na foto, pouco depois de ter passado Luís Alegria e quando seguia já no encalço de Alexandre Beirão.

Paulo Miguel alinhou com o Austin Cooper S de Jorge Carvalho e, na segunda corrida, envolveu-se numa animada luta com luís Nobre da Veiga. No entanto, o Mini tinha um "rapport" demasiado curto para o Estoril e o rápido sobreaquecimento do motor devido ao esforço, obrigou o piloto a levantar o pé e a ceder o lugar ao seu rival.

Alexandre Beirão venceu a primeira corrida com o Alfasud da Fábrica Italiana. A configuração do carro, um coupé largo, baixo, com o motor "boxer" a proporcionar um centro de gravidade muito baixo e a excelente preparação feita pela equipa do Eng. Tomé Coelho faz com que o carro italiano seja um dos favoritos em todas as provas do CPCC 1300.

António Paquete ficou sem embraiagem nos treinos cronometrados e não pode alinhar na primeira corrida. Nesse espaço de tempo foram até à oficina e conseguiram trocar a peça a tempo da segunda corrida, onde o MG acabaria por se comportar bastante bem. O único senão é que na actualidade o Midget verde e branco pouco pode fazer contra os carros de nova geração, preparados de acordo com uma visão muito mais abrangente daquilo que é a letra do regulamento do CPCC. De qualquer modo, uma boa corrida premiada com um 4º posto da geral e primeiro da classe.

O simpático piloto espanhol Fernando Becedas alinhou com este Datsun 1200 quase de série para tomar contacto com as corridas nacionais, onde irá participar no próximo ano, com um novo Datsun de Grupo 2. Com ele poderão vir mais alguns pilotos espanhóis correr no CPCC de 2009, boa notícia que, juntamente com a nova classe 1000 e com o "Troféu Mini", poderá aumentar significativamente o interesse dos "Clássicos 1300"
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